24 de janeiro de 2012

Episódio inédito de Chaves surpreende com a nova Bruxa do 71

Não é para menos quem se assuste com a fisionomia nada agradável da famosa Bruxa do 71, a Dona Clotilde, de “Chaves”.

Mas dessa vez quem fez sucesso em seu lugar foi uma personagem pouco conhecida, Dona Edwiges. Ela foi apelidada “carinhosamente” de Louca da Escada, devido a sua casa que se localiza a cima da escada, no segundo andar da vila.


Na exibição de “Terno do Tio Jacinto”, um episódio inédito da série, a personagem da Dona Clotilde, interpretada pela atriz Angelines Fernández, não aparece. Porém uma nova “bruxa” aparece na série. Ela, coincidentemente, também é apaixonada pelo Seu Madruga.

Não se sabe o motivo da ausência de Dona Clotilde, mas a maioria dos fãs estranhou a aparição da nova bruxa que participou de apenas dois episódios de “Chaves” (ambos nunca tinham sido exibidos no Brasil). A nova personagem foi um dos assuntos mais comentados no Twitter pelos fãs da série.

O episódio foi gravado em 1973 e faz parte de uma leva recuperada pelo SBT, que não anunciará quando serão exibidos novos episódios inéditos. A emissora quer surpreender os fãs.

18 de janeiro de 2012

Sandra Bullock sem maquiagem em filme: a vaidade tem limites?

A atriz Sandra Bullock, de 47 anos, aparecerá sem maquiagem no novo filme do mexicano Alfonso Cuarón.

"Gravity" conta a história de uma engenheira de medicina vivida por Bullock, que vai para o espaço em sua primeira missão juntamente com um astronauta em vias de se aposentar, vivido por Clooney. Entretanto, um acidente faz com que eles percam contato com a Terra e precisem encontrar uma forma de retornar ao nosso planeta.


O dilema da maquiagem


A informação sobre a “falta da maquiagem” foi divulgada em uma entrevista que Sandra Bullock concedeu ao jornal USA Today, no qual comenta uma declaração de Clooney a respeito de não gostar do formato 3D, usado no filme.


Segundo ela, o medo de George Clooney em relação às três dimensões se dá pelo fato de ambos estarem “de cara limpa”, algo pedido pelo próprio diretor e que tem como objetivo dar mais realismo ao filme (pelo jeito, você não deve levar seu kit para o espaço).

Na entrevista, a atriz contou que tanto ela como Clooney terão cenas mais do que detalhadas dos rostos, sem o truque de batons, bases e antirrugas: “nossa cabecinhas vaidosas serão mostradas em telas gigantescas. Você verá os detalhes, já que é filmado digitalmente, o que mostra tudo. É tão assustador”, afirma ela.

Além disso,Bullock ainda brincou ao pedir desculpas por aparecer desta forma nas telas, dizendo “Deus nos ajude quando todo o meu rosto chegar a você com nenhuma maquiagem. Eu vou me desculpar agora, já que Alfonso, em uma escolha brilhante, disse ‘sem maquiagem’”. E completou: “Graças a Deus, não teremos cenas de nudez”.



Será que precisa?


Pode parecer uma notícia um tanto quanto dispensável, se não pararmos para pensar um pouco sobre o assunto.

Será que uma atriz de 47 anos (lindíssima, sem dúvida) precisa abrir mão de sua vaidade em prol de um trabalho? Fora isso, será que a opção pelo uso de nenhuma maquiagem ajuda a dar realismo ao filme ou apenas provoca estranhamento na audiência, que não está acostumada com Bullock sem este artifício em seus filmes (tirando o começo de Miss Simpatia)? É para ver pessoas comuns que estamos indo ao cinema, ou gostamos mesmo é do glamour?

Ao mesmo tempo, a veracidade de uma situação limite como a de estar perdido no espaço certamente faz com que boa parte das mulheres esqueça que está feia ou com rugas. O objetivo aqui é encontrar uma forma de voltar para casa, se preocupando mais com a própria existência do que com fatores mais “superficiais”.



Certamente, a aceitação de Bullock em relação a isso é louvável, ainda mais quando falamos de cinema e de mulheres. Várias atrizes certamente não mergulhariam no papel caso soubessem que a maquiagem não seria parte do roteiro. Além disso, com quase 50 anos e uma carreira consolidada, nossa querida Sandra não precisa disso para continuar sendo uma das mulheres mais requisitadas de Hollywood.

O objetivo aqui não é fazer uma análise de qualquer coisa, mas sim pensar sobre o assunto. Será que a falta de maquiagem é necessária e vai ajudar o filme, ou a atuação? Será que vale a pena perder (ou ganhar) o papel (ou um trabalho qualquer) em troca da vaidade?

Claro, ainda não vimos o resultado final, portanto é cedo para afirmar qualquer coisa. Mas vale a reflexão sobre o assunto, que pode parecer banal, mas que leva a certas perguntas interessantes sobre as mulheres, trabalho e a nossa preocupação em ficarmos sempre lindas.

Fonte: TodaEla

13 de janeiro de 2012

Você sabe quais são os 7 pecados de Britney Spears, então veja agora!!

Britney Spears não só cometeu todos os pecados capitais, como também deixou que a mídia os contasse para todo o mundo! Agora você vai ver quais foram.

7º pecado: Preguiça: 4 anos sem fazer nada
6º pecado: Luxuria:  Show no VMA 2000
5º pecado: Avareza: Seu pai, Jamie Spears
4º pecado: Vaidade: (ou falta dela)
3º pecado: Inveja: Da voz da Christina Aguilera
2º pecado: Ira: Raspou o cabelo e atacou paparazzo
1º pecado: Gula: Show VMA 2007

12 de janeiro de 2012

Jennifer Lopez poderá viver matriarca do tráfico


A atriz e cantora Jennifer Lopez poderá interpretar uma matriarca do tráfico no filme ‘Cocaine Cowboys’. O longa, produzido e estrelado por Mark Wahlberg, foi inspirado no documentário homônimo de 2006.

Originalmente, o documentário dirigido por Billy Corben explora o tráfico de cocaína entre Miami e Colômbia em meados dos anos 60. Quem conduzia a história era o piloto Mickey Munday e o ex-soldado Jon Roberts (Wahlberg), responsáveis pelo tráfico aéreo da droga.

Jennifer Lopez estaria cotada para o papel de Griselda Blanco, matriarca da família de criminosos do tráfico, que introduziu a ponte entre os dois países. Segundo o diretor, este papel poderia render o Oscar a J-Lo. 

No entanto, ela ainda não confirmou as especulações, mas deixou em aberto: "É um papel que, se pudesse, eu faria", afirmou a atriz.

Confira o trailer do documentário ‘Cocaine Cowboys’ (2006)